adicionar aos favoritos | Campo Grande/MS

03/05/2008 20:41
Cristo viveu e morreu. Esta verdade pode ser demonstrada historicamente. A Bíblia diz claramente. Tácito escreveu: “Cristo, o fundador do nome (cristãos) sofreu a pena de morte no reinado de Tibério, por sentença do procurador Pôncio Pilatos.” Luciano , um agnóstico que viveu durante o segundo século d.C. menciona um “homem que foi crucificado na Palestina, porque introduziu essa nova seita (o cristianismo) no mundo”. Muitas outras referências históricas poderiam ser citadas. “Cristo morreu”. É um fato histórico.
I Coríntios 15:3: “Por nossos pecados”. Estas palavras não são históricas. São uma revelação. É uma verdade que não pode ser provada historicamente. Deve ser aceita pela fé.
Deus não ama apenas como humanidade, mas também como pessoas, como indivíduos.
Logo após o bombardeio de Hiroshima, um japonês chegou à cidade arrasada. Foi o primeiro jornalista a ver a destruição causada pela bomba atômica, e seu relato foi o primeiro a ser publicado no New York Times, após o desastre. Ele entrou na cidade, não para reunir material para uma noticia, nem para contemplar a grande chacina. Foi principalmente em busca da única pessoa a quem amava: sua mãe. Seu interesse não era geral, mas particular. Em busca de um ser amado – você e eu – tal qual o quadro de Cristo quando veio ao mundo! Foi uma missão muito especial, e temos de considerá-lo assim. Não basta dizer: “Cristo morreu pela humanidade”. Devemos exclamar : “Cristo morreu por mim!” não basta dizer: “Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores”. Devemos dizer: “Cristo veio ao mundo para nos salvar!”
Esta profecia nos indica o ano exato no qual o Senhor morreria para remissão de nossos peados e dá duas garantias:
• que o Senhor perdoa e salva a quem se arrepende e O aceita;
• que o restante da profecia é verdadeira, pois o cumprimento de uma, confirma a veracidade outra que ainda não cumpriu.